Membro da APPOA e do Instituto APPOA
Associação Psicanalítica de Porto Alegre
Psicóloga Psicanalista
Espaço de escuta e acolhimento para crianças, adolescentes e adultos.
Sou psicóloga e psicanalista, apaixonada pelo trabalho com as palavras. Entendo o meu trabalho como a possibilidade de criar um espaço onde as histórias, as dores e os silêncios possam encontrar um lugar de acolhimento e de escuta, para que o sofrimento possa se transformar em desejo, em potência de vida.
Para isso, me encanta o trabalho da psicanálise na interface com a literatura e com a arte, através do qual a clínica se enriquece e ganha outros contornos.
Na época da faculdade, realizei estágios no Hospital São Pedro, na Clínica de Atendimento Psicológico da UFRGS e na École Expérimentale de Bonneuil, em Paris. Meu trabalho é atravessado pela ética da psicanálise desde essas primeiras experiências.
Já formada, trabalhei como psicóloga por alguns anos em escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental.
Atualmente, atendo exclusivamente em meus consultórios nas cidades de Novo Hamburgo e Dois Irmãos. Também dedico parte do meu tempo às atividades da instituição psicanalítica da qual faço parte e ao grupo de estudos que coordeno com colegas, intitulado "Fundamentos da Clínica Psicanalítica: o que funda a clínica de cada um?"
Associação Psicanalítica de Porto Alegre
Associação Psicanalítica de Porto Alegre — APPOA
Problemas do Desenvolvimento na Infância e Adolescência — Centro Lydia Coriat, Porto Alegre
Universidade Federal do Rio Grande do Sul — UFRGS
Há uma especificidade própria ao trabalho clínico com crianças e adolescentes, já que eles dificilmente falam e associam livremente do mesmo modo que os adultos. Para ajudar a dar corpo às questões psíquicas e aos sintomas da criança, é comum o uso de recursos como materiais, brinquedos e jogos.
Através deles, é possível para a criança montar uma cena lúdica, na qual vai podendo trabalhar suas vivências e impasses. No caso dos adolescentes, dependendo da idade e da posição em que se encontram, esses recursos funcionam muitas vezes como disparadores para a fala.
Frequentemente as dificuldades de uma criança ou adolescente são tomadas como normais, próprias de "uma fase", e que, portanto, "vão passar com o tempo". O contrário também é frequente: que tais dificuldades sejam tomadas com um alarmismo excessivo, que faz com que rapidamente se busque diagnósticos de transtornos que as justifiquem.
Partindo de outra premissa, entendemos as dificuldades de uma criança ou de um adolescente como importantes, ocasionalmente sérias, e, se não escutadas, podem levar a impasses no processo de desenvolvimento. Portanto, é fundamental atentarmos para o que não está bem e buscar avaliação e atendimento de um profissional na hora certa.
Mas escutar e trabalhar as questões que podem estar prejudicando o desenvolvimento não implica em enquadrá-las como transtornos. Endereçá-las para um espaço de escuta pode ser fundamental.
Atendimento online e presencial para crianças, adolescentes e adultos.